O que é a Orgonite?


O termo “orgonite” foi primeiro usado por Karl Welz para designar a sua mistura de metal-resina-quartzo em meados da década de 90. A tecnologia de Welz é diferente até da mais simples “orgonite tática” sendo que Welz usa partículas de metal muito finas e quartzo em pó.


Um par de anos mais tarde Don Croft, enquanto fazia experiências com acumuladores de orgone pelo modelo de Reich, ouve falar de uma amigo sobre a tecnologia de Welz e começa a fazer as suas próprias experiências. Estas experiências culminam em 2001 quando Don e Carol Croft fazem um simples HHG (Granada Sagrada) a primeira peça de tecnologia orgonite, tal como é mais conhecida hoje em dia.


No início Don Croft nem sequer chamou a sua tecnologia “orgonite” mas mais tarde o termo ganhou uso por ser fácil de usar e concentrar o significado. Hoje em dia quem usa o termo “orgonite” refere-se normalmente à “orgonite tática” de Don Croft.


A orgonite é uma simples mistura de resina industrial e limalhas de metal. Um cristal de quartzo é também adicionado pois dá uma força muito maior à orgonite.A orgonite gera Orgone Positivo enquanto absorve e transforma Orgone Negativo em Orgone Positivo.


O que é o Orgone?


O Orgone está em todo o lado. Está na atmosfera, nos rios e no mar, na terra, nas plantas, animais e também nas pessoas. Um estado saudável de orgone (Orgone Positivo) pode ser encontrado por exemplo num grupo de pessoas que se divertem, numa floresta, no topo de uma montanha ou nas brincadeiras de golfinhos.


O Orgone Positivo é expansivo, feliz, solar, úmido e quente. É o mesmo que o Amor Incondicional, aquele amor que não julga, não precisa, não teme. Apenas é.


No outro lado da escala está o Orgone Negativo: rígido, contraído, tenebroso, seco e frio. Sem coração.


Muitas das características do Orgone Negativo têm sido erradamente atribuídas à natureza da Humanidade: a ganância, inveja, egoísmo, etc. – todas as emoções que nascem do Medo. O Medo é realmente “a raiz do mal”. Tem sido usado como ferramenta de repressão ao longo dos milênios pelo sacerdócio e pela aristocracia. Hoje em dia, enquanto essa repressão ainda é tentada por todo o mundo, querem nos vender a ideia de que a nossa natureza é de ser animais que lutam por comida, território e sexo. A verdade é que a maior parte das pessoas apenas quer ser feliz e viver as suas vidas duma maneira expansiva, criativa e realizada.


A descoberta do Orgone


O Dr. Wilhelm Reich (1897-1957) teve uma rica trajetória que o levou desde a Psicanálise, passando pela Biologia e pela Física. Ele tinha tentado encontrar uma cura, durante anos, para aquilo que a partir de certa altura considerou ser o maior flagelo da Humanidade – o cancro. Reich considerava os tumores como o último dos estágios de uma doença que se manifestava na pessoa já desde à anos, com sintomas aparentemente não relacionados com o cancro, como os desequilíbrios psíquicos.


A certa altura começou a fazer experiências com infusões de água e outras substâncias orgânicas tais como relva, areia, carvão etc. que resultaram na desintegração da matéria orgânica em pequenas vesículas, não ainda amebas mas de fato num estado entre a matéria não viva e os microrganismos vivos para os quais mais tarde se desenvolveriam. Reich chamou-lhe bions.

Reich descobriu que submeter bions à esterilização e a temperaturas nenhuma outra criatura poderia sobreviver não os matava! Estes bions produziam uma intensa luz azul e congregavam eventualmente em grupos que – inacreditavelmente – mais tarde se transformariam em protozoários como a ameba ou o paramécio.


Reich também descobriu que podia obter enormes quantidades de vesículas bion se primeiro aquecesse a matéria orgânica (por exemplo sangue) ou inorgânica (por exemplo areia do mar) com temperaturas muito altas e depois as imergisse num meio líquido especial. Este procedimento possibilitou a “libertação” de grandes quantidades de bions a partir dessas substâncias, que estavam agora disponíveis para formar novos organismos vivos.


Através da observação persistente Reich apercebeu-se que era a energia Orgone que dava aquela luminosidade azul e permitia a biogênese dos bions. Ele descobriu que a energia orgone permeia não só tudo aquilo que vive, mas que também se encontrava em substâncias não vivas (como areia, carvão, terra) e está presente em toda a parte na atmosfera, sendo o Sol o maior “produtor” de energia orgone.


Reich descobriu que o cancro não é mais do que a fome prolongada de energia vital na pessoa afetada. Desta maneira os tumores nada mais são do que o estado já muito avançado de uma doença que ele considerava afetar milhões.


A história dos experimentos do Dr. Reich é fascinante e eu recomendo que leiam o seu livro em dois volumes: “A Descoberta do Orgone”.


O Orgone é provavelmente a mesma energia chamada de “prana” na cultura indiana e “chi” na cultura chinesa.


Aplicações da Orgonite

[if !supportLists]· [endif]Pôr por baixo da cama para dormir melhor.

[if !supportLists]· [endif]Fixá-la com fita-cola no cano da água para a reenergizar.

[if !supportLists]· [endif]Pôr sobre ou perto dos eletrodomésticos da casa, como a televisão ou o micro ondas, ou próximo de celulares

[if !supportLists]· [endif]Se tiver orgonite de sobra, experimenta pôr um TB em cada canto da tua casa ou terreno para que fiquem bem protegidos. A tua casa vai então passar a funcionar como um abrigo de influências eletromagnéticas e energia negativa que existam no mundo exterior.

[if !supportLists]· [endif]Pôr num terreno de cultivo, ou mesmo num jardim, para que as plantas e flores cresçam melhor e mais saudáveis.

[if !supportLists]· [endif]Leva a orgonite contigo, sob a forma de pendente ou simplesmente mete-a no bolso ou na mala enquanto fazes o teu dia-a-dia. Assim terás sempre contigo uma pequena fonte de boa energia, onde quer que vá.



fonte : http://www.orgonite-portugal.com/

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