As Ervas e a Lua


Sua função dentro da terapia vegeto-astromagnética é de serem condensadores das energias solares e cósmicas. Há ervas que recebem influxos mais diretos de certos planetas. Como sabemos, um corpo celeste é a concretização de certas Linhas de Força ou Forças Sutis que determinada força comanda. Assim, temos ervas para determinados força.


Deve ser colhida dentro na quinzena positiva, isto é, nas Luas Nova e Crescente porque a energia vital ou prana faz seu ciclo, no reino vegetal obedecendo ao seguinte ritmo:


Lua minguante: força prânica se concentra na raiz, vitalizando-a permitindo que ela tire do solo nutriente físicos e hiperfísicos. Dura 7 dias para ser completada.


Lua Nova: o éter vital ou prana se concentra nas folhas, flores e frutos.


Lua Crescente: Nessa fase ainda há uma corrente prânica nas folhas, após o 4 dia, a corrente se desloca para os galhos menores, e até o 7 passa para os galhos maiores.


Lua Cheia: A corrente prânica desce mais ainda, alcançando o caule primário; desce até o 7 dia da Lua Cheia, quando o prana já está praticamente acumulado na raiz.


Portanto:


Não se deve colher ervas nas Luas Cheia e Minguante, pois a força vital, o prana, as energias eletromagnéticas estão na raiz, e é claro que ninguém vai tomar banho de raiz, pois se tomar será uma só vez, e não é de nosso feitio aniquilar o reino vegetal, nobre auxiliar para a sobrevivência do homem.


Para os banhos, as ervas deverão ser colhidas e logo depois usadas. Devem ser verdes.


Para os chás, os mais eficientes serão os colhidos e usados logo, mas se estiverem secas suas folhas podem se prestar a sua função, pois ainda mantêm em sua composição física certas substâncias que serão úteis. Mas é importante que tenham sido colhidas nas Luas Nova ou Crescente.


Banho de desimpregnação ou eliminação de cargas negativas:


Sua função é eliminar as cargas negativas que ficam no Auro do indivíduo.


Como se faz:


• As ervas deverão ser colhidas verdes na Lua Crescente, na quantidade de 1,3,5 ou 7 qualidades, mas da mesma Vibração Espiritual, Linha.


• Após lavarem as ervas, são colocadas numa vasilha de louça branca, sobre uma mesa, onde se acende uma vela branca dentro de um pentagrama, isso tudo preparado com orações.


• A seguir, acrescenta-se na vasilha, onde já contidas as ervas, água fervente ou água de cachoeira, rio, mar etc. Se for água dessas procedências, tritura-se as ervas com as mãos (previamente lavadas e depois limpas com álcool) e, antes de banhar-se, retiram-se os restos, coando o sumo.


• Se for água quente, espera-se o tempo suficiente para que haja as transmutações vibratórias e para que a água se esfrie até a temperatura que permita ser usada sem lesar ou trazer queimaduras.


• Após o banho de higienização, o indivíduo volta-se para o ponto Sul e toma o banho de ervas, deixando o mesmo, junto com as ervas, passar pelo corpo todo, isto é do pescoço para baixo.


• Ao tomar o banho de descarga, colocar sob os pés pequenos pedaços de carvão, os quais devido ao elemento carbono, fixarão as cargas que as ervas deslocarem.

O mecanismo básico deste banho é o de que a água, junto com as ervas, desloca cargas ou formas-pensamento que se tenham agregado ao Corpo Astral ou Corpo Etérico do indivíduo. Liberando as tensões, bloqueios e doenças e também limpando o corpo Astral.


• Após o banho, os detritos de ervas devem ser retirados do corpo, um a dois minutos depois, e colocados em algum recipiente de vidro por ser ele isolante, juntamente com o carvão, devendo ambos ser despachados em água corrente, sem o vidro é claro ou o resto das ervas, no caso de maceradas, podem ser despachados num rio ou numa mata.


O banho deve ser tomado com o indivíduo voltando-se de costas para o cardeal Oeste ou Leste. Quando a erva for macerada com as mãos as ervas não devem passar pelo corpo. Esse banho deve ser efetuado do pescoço para baixo.


Fonte: omundodegaya.wordpress.com

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